Latest Updates

Posted on Novembro 25, 2018

O primeiro evento internacional a “cruzar” SMART CITIES E SMART TOURISM

Quando em 2014, na primeira edição do SMART TRAVEL, se uniram os tópicos de Cidades Inteligentes e Turismo e Destinos Inteligentes criando reflexão e debate sobre o que estava para chegar, a cidade de Bragança e a região do Nordeste Transmontano tornaram-se um epicentro da discussão global sobre o futuro do turismo em regiões periféricas, áreas protegidas e como preservar o património cultural e natural, garantindo um retorno justo para as populações através de uma estratégia baseada em sustentabilidade, criatividade e inovação.

Uma estratégia para um turismo único, diferenciador e inteligente que deve estar no centro de toda a ação e no esforço comum de todos os agentes privados e públicos que, direta e indiretamente, se relacionam com esta atividade, que é assumida por todos como uma oportunidade para o progresso e bem-estar económico e social.

Muitas cidades vivem um paradoxo difícil de gerir. Por um lado, essa oportunidade económica, por outro todos os problemas que advém de uma gestão ineficiente dos recursos para garantir uma qualidade adequada ao valor da oferta.

Uma cidade ou região inteligente, ao desenvolver uma estratégia de turismo e destino inteligente, deve contemplar todas as áreas de gestão do destino, ligando setores, garantindo diálogo, cooperação, trabalho em rede e sintonia com os diversos agentes locais, nacionais e internacionais.

Uma estratégia que determine uma perfeita harmonia entre promoção do destino e atividade económica associada, direcionada para o desenvolvimento das economias locais e, em simultâneo, sustentável e enquadrada com os hábitos culturais e sociais dos residentes.

O SMART TRAVEL é o evento que desde 2014 tem abordado todas estas temáticas complexas e polémicas, trazendo casos de estudo, exemplos e proporcionando o debate e a reflexão comum ao nível local, nacional e global, para o que pode ser uma oportunidade para uma região periférica como o Nordeste Transmontano, onde cidades de pequena e média dimensão, como Bragança, assumem a liderança de um novo paradigma para o turismo e para as smart cities, cada vez mais imbuídas na tecnologia mas também na criatividade e optimização de recursos, geridos de forma eficiente e inteligente em prol dos cidadãos, visitantes, empresas e serviços.

O SMART TRAVEL 2018 é novamente uma ponte entre diversas “penínsulas” e “ilhas” que, devidamente exploradas, trazem novas perspetivas sobre o passado, o presente e o futuro das cidades e comunidades mais periféricas, num meio diferente das grandes metrópoles e capitais, um meio mais rural, natural, genuíno e socialmente mais justo e sustentável.